terça-feira, outubro 31, 2006

Falando um pouco agora sobre o jogo da semana: The Last Blade 2.

O jogo é da SNK, lançado em 98. Naquela época jogo pra mim era Street Fighter 2 e Super Mario World para Super Nes. Minhas poucas experiências com o Neo Geo diziam que esse era um console com loads demoradíssimos e só prestava pra jogos de luta, o que não é lá muita mentira.
O contato real aconteceu apenas em 2003, graças à um CD de um amigo que continha o emulador do Neo Geo com alguns jogos, entre eles o The Last Blade 2.

O jogo possui uma bela apresentação, mostrando todos os personagens da trama, acompanhada por uma bela música.
Logo de início você perceberá a ligeira semelhança com Samurai Shodown, outro jogo da SNK, mas ela não passa do fato dos personagens lutarem com armas também. Os comandos são muito interessantes, e mais uma vez a SNK mostra que não precisa de mais que 4 botões para se fazer um puta jogo de luta 2D. Você conta apenas com o golpe fraco, golpe forte, chute e um comando muito interessante, que bloqueia o golpe do adversário sem perda de life, lógico que um golpe corpo a corpo.

Os gráficos são muito bons, com personagens bem detalhados e cheio de sprits. Belos cenários compõe essa maravilha 2D também. Mas o que realmente me chama a atenção para o jogo é a trilha sonora, que as vezes simplesmente inexiste, ficando apenas os sons do cenário, como é o caso de uma luta na cachoeira, que você luta com o barulho da água caindo. Talvez isso possa parecer entediante, mas o clima criado para as lutas é muito bom.


Depois de escolher seu personagem você terá que optar por um dos dois sistemas de luta:

POWER: Seu personagem terá os golpes mais poderosos, e segurando os botões B+C ele irá carregar um golpe que arranca um life considerável. Sem contar a possibilidade dos desperation moves, os famosos "especiais" que você pode executar assim que a barra de power está cheia. E quando seu life estiver baixo e piscando na tela, juntamente com a barra de power cheia, você pode executar o super desperation move, que como você deve ter percebido, é um especial muito fodão, arrancando normalmente metade do life do oponente.

SPEED: Jogando nesse modo o seu personagem terá o poder dos golpes reduzido, mas em compensação a falicidade para encaixar combos será muito grande, sem contar a possibilidade do combo special quando sua barra de speed está cheia. É só executar o comando e sair apertando os botões pra fazer um puta combo.

O storyline é muito bom, mas seria melhor ainda se você conhecesse a história do 1º jogo, então dispensarei explicação sobre o enredo.

Resumindo: se você gosta de jogo de luta 2D, é fã de anime com personagens do japão antigo segurando espadas ou simplesmente não tem mais nada pra fazer numa tarde procure por The Last Blade 2, porque esse é um puta jogo.

Fuçando o "Sedentário Hiperativo" acabei encontrando esse site que faz comparações de seus traços com os de celebridades. Tem até uma porcentagem de semelhança. Muito bom! ehehehehhe. Basta clicar na foto para acessar o site. É necessário fazer um cadastro, mas é gratuito e rapidinho, vale a diversão.

Nessa foto está o Agustão e eu, faz um tempo. Foto tirada no Alquimia. Comparação no mínimo engraçada!

segunda-feira, outubro 30, 2006

Bom, vou deixar meu lado "nerd" falar um pouco aqui...

Ontem, domingo, aproveitei a quente tarde para assistir a versão cinematográfica de X-Men, mais precisamente o 3º filme, encerrando(espero) a trilogia. Um pouco antes de assistir ao dito cujo eu estava me lembrando de outras adaptações para o cinema, sejam de livros, jogos, desenhos animados ou HQ's. E não é difícil perceber o quão pouco sucedidas são elas! Não estou generalizando, mesmo porque posso citar alguns sucessos, como é o caso da trilogia de Tolkien, O Senhor dos Anéis, que pra mim são filmes gloriosos. Mas quando se trata de adaptações de HQ's para as telas do cinema eu infelizmente não me recordo de filmes tão bons... talvez um legalzinho como Homem-Aranha, mas nada além... e foi com esse artrópode minúsculo atrás da orelha que começo a sessão.

Para minha infelicidade um dos meus personagens favoritos, o Arcanjo, é simplesmente jogado em alguns takes, como se fosse obrigação do diretor mostrar tal personagem.
A não fidelidade com a história da HQ já não me desanimava tanto depois de conferir os 2 primeiros filmes, mas sinceramente, foi muito broxante assistir a maneira de como a Fenix é mostrada, sem contar o assassinato medíocre de Scott Summers, o Ciclope. Desculpa se você não viu o filme, mas não me segurei.
Talvez eu esteja sendo muito chato em relação à fidelidade das histórias originais, mesmo porquê filme é filme e quadrinho é quadrinho. Mas tudo que um fã de tais histórias quer ver são seus heróis tratados com o mínimo de seriedade.
Isso porque não citei os milhares de diálogos que são totalmente jogados nos roteiros, sem o mínimo de importância para a continuidade da história.

Mas... o que realmente me deixou triste, foi a pouca importância dada para o maior foco que sempre foi o HQ de X-men, o PRECONCEITO. Sim meus caros, Stan Lee ao criar os X-Men talvez nem pensava muito nisso. Talvez ele só achava legal uns malucos fantasiados com um cinto que tinha um "X" e se chamavam "X-Men" batendo em outros malucos fantasiados que eram mutantes, assim como nossos heróis. Mas ao atravessar as décadas de sua existência esse tão amado HQ foi tratando o assunto preconceito com cada vez mais seriedade. Era ele na relação humanos/mutantes, mutantes/mutantes e até mesmo humanos/humanos. Quem leu bastante o gibi se lembra muito bem da escória mutante, os "Morlocks", que viviam nas redes de esgoto da cidade. Eles eram não só discriminados pela sociedade dos "homo sapiens", como também eram marginalizados pelos mutantes. E era exatamente isso que tornava o gibi tão interessante! Ele não apenas mostrava brigas e intrigas, mas também mostrava um dos maiores problemas sociais da humanidade. E ver isso trocado por uma história de amor totalmente forçada entre Jean Grey e Logan foi desanimador.

Está para vir aí mais uma adaptação de um herói da Marvel, se trata do "Motoqueiro Fantasma", não é um dos meus favoritos, mas ainda tenho esperanças de ver uma adaptação decente de HQ. hehehehehehe

Há muito tempo atrás, numa galáxia distante...

Bom meus caros, aproveitando minha ociosidade resolvi criar esse blog pra começar a expor minhas ideias, que muitas vezes passam pela cabeça e acabam esquecidas...

Não esperem que isso vire um diarinho, não é essa minha intenção. Com certeza serão os fatos do meu cotidiano que irão condicionar os assuntos/ideias expostas nessa bagaça, mas não! Não será um diário. =P

Por enquanto estará em "stand by", mas logo terei coisas decentes pra postar.